Milton Baieski

Milton Baieski
José Afonso de Oliveira José Afonso de Oliveira
20/05/2016 10:14:16 hs

Quando, em 7 de junho de 1979, criou-se a antiga Facisa, foram constituídos os dois primeiros cursos superiores na cidade; a saber: Administração de Empresas e Ciências Contábeis.

 

Nesse momento inicial, o professor Milton Baieski, mais conhecido como Peninha, realiza deslocamentos semanais de São Paulo, onde trabalha, para lecionar contabilidade em Foz do Iguaçu. Portanto o professor Milton Baieski é um dos pioneiros do ensino superior na cidade.

 

O Peninha ajudou a formar gerações de contadores que hoje atuam na cidade. Professor altamente prestigiado, inúmeras vezes homenageado nas formaturas, profissional competente, dedicado, enfim, ídolo de seus alunos. Foi aquele mestre que marcou a vida de muita gente, que lhe é profundamente grata.

 

Mas o Milton Baieski teve também uma atuação muito marcante na cidade com seu escritório de contabilidade e assessoria empresarial. Vários empresários são gratos a ele pelo seu trabalho qualificado, sempre atento a tudo o que ocorria, com a finalidade de prestar sempre o melhor atendimento possível.

 

Foi o Peninha uma pessoa muito importante em nossa cidade, ficando na memória de todos nós como um profissional dedicado, um professor que ensinava e, acima de tudo isso, uma pessoa muito generosa, bom amigo, excelente cidadão, trabalhador, honesto e sério. Claro, deixa imensas saudades para todos nós, mas ficamos muito gratos por termos conhecido e convivido com ele.

 

Eu convivi anos lecionando na Facisa e, posteriormente, na Unioeste, no curso de Ciências Contábeis, sempre aproveitando a chegada e o intervalo das aulas para bons papos, mesmo que curtos, porque o tempo não nos possibilitava conversas mais prolongadas, pois tínhamos de dar as nossas aulas. Mas sempre eram papos interessantes, nos quais aprendia muito, e divertidos, porque o Peninha tinha sempre um grande bom humor. Era sim uma pessoa amável, generosa, pronta para tudo. Nada de reclamações, murmúrios; ao contrário, sempre com ar otimista, pois para ele as dificuldades e obstáculos existiam para serem vencidos.

 

Creio que nesse momento em que ele nos deixou e vive muito melhor em Deus, temos sim a obrigação de prestar a ele essa homenagem, que, simples, é bastante sincera e me deixa particularmente muito emocionado. Como é bom lembrar-se de um amigo, pessoa importante na sociedade que contribuiu para a vida 

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